Sobre la televisión, Pierre Bourdieu

febrero 26, 2008 at 9:07 pm

dibujo.jpgApenas há quem gabe a TV, ouvem-se muitas criticar, mas a análise que fai Bourdieu é profunda e novidosa. A limitaçom no tempo é umha criba censuradora. Nas tertulias televisivas usam-se ideias preconcebidas e tópicos, já que o pensamento é por definiçom subversivo e precisa de tempo. Outra causa de autocensura é a precariedade laboral que leva a um maior conformismo, junto com o jeito de financiamento publicitário (quem paga decide), a influência política…

Outro dos pontos relevantes é a ideia da circulaçom circular da informaçom; a gente que se encarrega de informar-nos é informada por outras informadoras. Observam a competência e falam dos mesmos temas com pequenas diferenças.

A preocupaçom centra-se na urgência e no extraordinário. Bourdieu critica a caída no sensacionalismo e a indiferência ante a deontologia a causa da “ditadura dos índices de audiência”, confire-se-lhe assim legitimidade democrática à lógica comercial. Ademais é grave polo efeito de realidade que provoca este medio,  e deste jeito impóm ao conjunto da sociedade a sua visom do mundo. dibujo2.jpgMesmo o uso das palavras irresponsavelmente leva a criar efeitos distorsionados, fobias…

Um dos riscos mais perigosos dos que fala o livro é a influência deste medio nos demais campos: político, cultural, literário e artístico, científico, filosófico, e até no direito, a vida política e a democracia. Para proteger a autonomia destes haberia que definir bem os seus límites, porque o achegamento ao TV e às lógicas que a regem desvirtua e distorsiona todas esferas culturais.

  

Charo López Sánchez (grupo B)

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A reportaxe de prensa en Galicia Intelectuais marxistas e militantes comunistas en Galicia (1926-2006), de Xesús Alonso Montero


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